Diferentes porém iguais
Por Vitor Barletta Machado*
Frequentemente leio textos sobre a utilização da internet e das novas ferramentas tecnológicas em sala de aula, que recaem sempre em dois pontos: vamos mudar tudo, afinal as novas gerações não aprendem da mesma forma que as anteriores; vamos incorporar as novas tecnologias, mas manter a velha disciplina, pois a nova geração é muito dispersa.
Ambas abordam as mudanças no comportamento e formas de socialização dos jovens. Os defensores da primeira entendem que os defensores da segunda são conservadores, enquanto que estes acusam os primeiros de abandonarem tudo muito depressa. Pessoalmente não acredito no discurso que afirma serem as novas gerações mais capazes de apreender informação, de lidarem simultaneamente com múltiplos assuntos, ou de que “são mais espertos”, como ouvimos tantos pais falarem de seus filhos. Realmente, eles nasceram em um mundo no qual as fontes de informação estão muito mais acessíveis, mas entre ter o acesso e ser capaz de empregar o conteúdo de maneira inovadora há uma longa distância! As crianças lidam sem sustos com as novas tecnologias, pois nossos processos de socialização mudaram, e não por alguma mudança biológica! Uma criança no séc. XIX, vivendo em uma fazenda, era socializada de outra forma e aprendia a lidar sem medo com a terra. Quantos de nós somos capazes de fazer de uma área de mata nativa uma fazenda produtiva? Ou de cultivar, com sucesso contínuo, uma horta nas grandes cidades? São conhecimentos diferentes, mas não são uns melhores do que os outros.
Alguns autores afirmam que as novas gerações vivem em um ambiente plenamente virtual, uma sociedade virtualizada. Ora, a capacidade de imaginar, de viver momentaneamente em um plano irreal, não é exclusiva da geração contemporânea! Não é de hoje que as crianças brincam e imaginam que são outras pessoas e que estão em lugares distantes. Inventar histórias, criar mundos fantásticos, são coisas que fazemos desde que passamos a nos sentar ao redor de uma fogueira. O que o plano virtual de hoje faz é potencializar as nossas reuniões, de modo que a comunidade ao redor da fogueira se tornou imensa. E, com um número maior de pessoas opinando, o debate pode ficar muito mais produtivo e criativo. Vejam: pode ficar! Pois muitos debates ocorrem entre indivíduos imersos em seus próprios mundos virtua is, que encerram qualquer discussão em que seus pontos de vista sejam questionados simplesmente clicando no X, no canto superior direito da tela. Querem a homogeneidade e não as diferenças que potencializam o desenvolvimento de novas ideias.
Como professor, já trabalhei em situações diversas: do giz no quadro e cadernos até salas com datashow, lousa digital e alunos com notebooks. Do presencial ao EAD (Ensino a Distância). Dei aulas em varandas de casas em assentamentos rurais, os alunos sentados em caixotes, com uma tábua como mesa, sem quadro e nem giz. Aprendi que meu papel é realmente o de condutor, de guia para o aprendizado e a reflexão, mas que é a disposição do aluno que o fará aprender. Nenhum recurso tecnológico garante a atenção de uma sala de aula. Podem até atrapalhar, pois muitos jovens parecem acreditar que basta acessar a aula em casa e todo aprendizado acontecerá como em um download. Que basta copiar um site encontrado no Google p rovar que aprendeu algo. Mas também já vi o potencial de tais ferramentas nos alunos interessados em aprender. São esses que avançam rapidamente.
Com toda força da virtualidade, ainda vejo muitos jovens buscando as velhas construções da sociabilidade direta, só que suas possibilidades de escolha se ampliaram.
* Vitor Barletta Machado é graduado em Ciências Sociais-Sociologia pela Unicamp, mestre em Sociologia pela USP e Doutor em Sociologia pela Unicamp. É professor do UNIFOA, de Volta Redonda (RJ), tendo lecionado durante 11 anos nos ensinos fundamental e médio de escolas da região de Campinas (SP).
Blogs:
http://vitormachado.blog.uol.com.br
http://okvier.blogspot.com
Fonte: Profissão Mestre
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