CONTEE participa de Seminário Internacional Sindical Docente em Portugal

Aconteceu no dia 22 de abril, na cidade de Montemor-o-Novo, em Portugal, o Seminário Internacional Sindical Docente, realizado pela Federação Nacional dos Professores – FENPROF do País.  A CONTEE prestigiou a atividade, que reuniu representantes de entidades sindicais de diversos países e teve como programa de trabalho: o sindicalismo docente em tempo de globalização. A atividade antecedeu o 10º Congresso eleitoral da FENPROF.


A mesa de abertura do Seminário contou com a participação do Secretário Geral da FENPROF, professor Mario Nogueira; dos Secretários Internacionais da FENPROF, Manuela Mendonça e Abel Macedo; e do Secretário Geral da CEA, Fernando Rodal – sob a coordenação do professor Henrique Borges, também dirigente da FENPROF. Representaram a CONTEE na atividade: a Secretária Geral da entidade, Cristina Castro; a Secretária de Formação e Políticas Sociais, Rita Fraga Zambon; e o Secretário de Organização e Políticas Sindicais, Fábio Zambon.

Após exposição inicial sobre os desafios e perspectivas do movimento sindical, diversos participantes relataram a realidade dos trabalhadores representados por suas entidades, bem como trataram dos avanços obtidos e dos desafios que se apresentam à luta sindical na atual conjuntura.


O professor Fabio Zambon relatou a realidade educacional do setor privado no Brasil e apresentou informações sobre o avanço da privatização da educação superior, em especial na década de 1990. “Além da expansão descontrolada da educação superior privada, sem qualquer controle de qualidade ou preocupação com as necessidades do País, a partir de 2005 vivenciamos uma radicalização do processo de mercantilização da educação com a entrada das Instituições de Ensino Superior (IES) na Bolsa de Valores”. O Secretário da CONTEE falou ainda aos companheiros sobre a Campanha desenvolvida pela CONTEE: “Educação não é Mercadoria”.


Já a professora Cristina Castro ressaltou a importância de eventos como esse, para a troca de experiências e informações entre aqueles que lutam em defesa dos direitos dos trabalhadores em educação. E destacou também a importância da “unificação de bandeiras, com a internacionalização da luta dos trabalhadores e dos desafios, para a construção de uma sociedade justa, fraterna e igualitária”.

Da redação


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