|
|
Ações do Plano de lutas da CNTE começam mais cedo em 2008
A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ensino acredita que é preciso correr contra o tempo. Segundo a entidade, o Presidente Lula já acenou que poderá enviar uma Medida Provisória ao Congresso Nacional até o mês de maio estabelecendo o Piso Salarial Profissional Nacional para os educadores, caso até lá os parlamentares não aprovem a matéria. Diante desse compromisso do presidente, a CNTE inicia em março a sua primeira mobilização nacional do ano e para isso já está se organizando junto à sua base.
Atualmente, o projeto do piso está na Câmara dos Deputados e ainda precisa passar por duas comissões: Finanças e Tributação e de Constituição de Justiça antes de ser enviado ao Senado Federal, onde deverá ser apreciado também por comissões na casa até ser aprovado.
A criação do piso do magistério é uma das prioridades do Plano de Lutas da CNTE e a exemplo do que ocorreu na gestão 2005-2008, a nova diretoria garante intervir ainda mais para conseguir esta vitória para os profissionais em educação o mais rápido possível. Para tanto é preciso a união de toda a categoria.
A CNTE, além do piso, tem um extenso plano de lutas para cumprir nos próximos três anos. Vamos defender a Previdência Pública e lutar contra qualquer reforma que venha retirar direitos, como o aumento da idade mínima para aposentadoria e manter a luta contra o modelo econômico baseado nas altas taxas de juros e no superávit primário.
Mas, as ações não param por aí. Entre muitas outras articulações, a CNTE também vai lutar pela aprovação dos projetos de lei nº 6.206/05 e 1.592/03 que visam, respectivamente, reconhecer os funcionários de escola na Lei de Diretrizes e Bases (LDB) e fixar diretrizes nacionais de carreira para os profissionais de educação.
Lutar contra a terceirização e precarização das condições de trabalho, em especial dos funcionários de escolas e mobilizar a sociedade com vistas à ampliação do direito à educação pública, de qualidade social, inclusiva, democrática, laica, de tempo integral, por meio do financiamento público e da valorização dos educadores, são outras articulações prioritárias.
O trabalho é grande e árduo, mas a disposição para alcançar esses objetivos é ainda maior.
É por isso que a luta precisa começar cedo!
Fonte: CNTE
Publicado em 08/02/2008 |
|
|
|