Centrais Sindicais conquistam Fórum Permanente de Debate com Governo do Estado do Espírito Santo
Publicado em 05/05/2011
Na manhã do dia 1º de Maio, Dia do Trabalhador, a CTB, junto às demais Centrais Sindicais capixabas, se reuniu com o governador, Renato Casagrande, e com o seu vice, Givaldo Vieira, em um café da manhã, no Palácio Anchieta. A iniciativa surgiu do próprio Governo do Estado, que na oportunidade reafirmou o compromisso assumido em 1º de abril, de criar o Fórum Permanente de Debate entre o Governo e as Centrais Sindicais.
Cerca de 300 trabalhadores de diversas categorias participaram do evento que significou uma grande conquista para a classe. Na oportunidade, Casagrande destacou a importância e o interesse em manter um diálogo permanente entre governo e sociedade. “Este café da manhã, em que o Palácio Anchieta abre as portas para os trabalhadores do Espírito Santo, demonstra claramente a nossa diretriz de manter o diálogo permanente com a sociedade capixaba”, declarou.
O governador lembrou também dos demais pontos da pauta apresentada pelas centrais em 1º de abril. “Temos uma pauta de solicitações dos trabalhadores e o Governo estará atento aos anseios da categoria, com o empenho de todos os secretários das pastas relacionadas a cada tema para fazer o debate contínuo, em busca da melhoria das condições de trabalho e da qualidade de vida dos capixabas que ajudam a construir e desenvolver o Espírito Santo”.
O presidente do SINPRO/ES e da CTB, Jonas Rodrigues de Paula, avalia positivamente a ação do governador. “Essa é uma grande vitória dos trabalhadores. O Fórum Permanente de Debate entre o Governo do Estado e as Centrais Sindicais, discutirá políticas públicas do trabalho e do emprego, formação e qualificação profissional, impactos socioeconômicos dos projetos de desenvolvimento do Estado do Espírito Santo. Sem dúvidas, isso representa um momento histórico para os trabalhadores, uma vez que esta aproximação nos possibilitará o contato direto com o poder público e a defesa das demandas dos trabalhadores e trabalhadoras capixabas”.
Fonte: Sinpro/ES