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Unimep adia respostas a questionamentos feitos em audiência
A Reitoria da Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep) deverá apresentar no prazo de 30 dias respostas a uma série de questionamentos feitos pelo Sindicato dos Professores de Campinas e Região (Sinpro) durante uma reunião realizada na última quinta-feira, dia 18 de outubro, da qual participou também a Associação dos Docentes da Unimep (Adunimep).
O encontro foi marcado a pedido do Sinpro, para resolver questões como o atraso freqüente no pagamento dos salários dos professores, o não pagamento de hora-atividade à grande maioria dos docentes, a adoção de um plano de saúde e a garantia do 13º salário sem recorrer a empréstimos consignados.
Entre outras questões, o Sinpro cobrou explicações para o descumprimento por parte da Instituição de decisões da Justiça do Trabalho, já transitadas em julgado, e que deram ganho aos professores. Um exemplo foi a ação movida na década de 90 pedindo o pagamento da hora-atividade e do adicional noturno, uma vitória dos docentes.
Imposto Sindical
“Nós aproveitamos o encontro com o reitor para solicitar também que fosse levantado o valor do Imposto Sindical, descontado em março dos professores e depositado em juízo pela Unimep em Brasília. Nossa intenção era restituir a parcela de 60% que caberia ao Sinpro, para todos os docentes”, disse Cláudio Jorge, presidente do Sinpro Campinas.
A Unimep não deu nenhuma resposta conclusiva a respeito de todos os questionamentos e marcou um novo encontro para novembro, quando deverá apresentar alguma proposta.
Ação
A ação de cumprimento movida pelo Sinpro contra a Unimep na Justiça do Trabalho já teve sua primeira audiência de conciliação marcada para janeiro de 2008. Nela o Sindicato relaciona as irregularidades cometidas pela Universidade e que ferem a Convenção Coletiva de Trabalho, assim como o acordo de dissídio coletivo homologado pela Justiça do Trabalho em abril deste ano.
Também em novembro, o Ministério Público do Trabalho realiza uma audiência de conciliação entre o Sinpro e a Unimep para discutir o pagamento do 13º salário sem a utilização de empréstimo consignado pelos professores, como já ocorreu em 2006.
Fonte: Sinpro/ Campinas
Publicado em 22/10/2007 |
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