Pesquisa inédita revela condições de trabalho e saúde do professor do ensino privado gaúcho

O Sindicato dos Professores do Ensino Privado - Sinpro/RS apresenta pesquisa inédita sobre professor do ensino privado gaúcho. A pesquisa intitulada Condições de Trabalho e Saúde dos trabalhadores nas instituições de ensino privado do Rio Grande do Sul foi realizada pelo DIESAT – Departamento Intersindical de Estudos e Pesquisas de Saúde e dos Ambientes de Trabalho, por encomenda da Fetee/Sul  - Federação do Trabalhadores em Estabelecimento de Ensino Privado do RS em conjunto com o Sinpro/RS, Sinpro Caxias e Sinpro Noroeste (Ijuí) e apresenta além de um perfil detalhado do professor do ensino privado gaúcho a realidade de trabalho no ambiente escolar e da saúde docente.

De acordo com os últimos dados divulgados pelo Dieese, o Rio Grande do Sul conta com 36.161 professores que atuam em instituições privadas, sendo 15.541 no ensino superior e 20.620 na educação básica. A Pesquisa vem sendo realizada a há cerca de dez meses. Foram ouvidos 1680 professores, o que corresponde a 7% do universo de mais de 22 mil docentes atingidos pela pesquisa (sócios e não sócios dos Sindicatos) de todos os níveis de ensino (do Infantil ao Superior) em 23 cidades gaúchas, abrangendo todas as regiões do Estado. A pesquisa foi elaborada em duas etapas, a primeira realizada por meio de entrevistas pessoais e a segunda por meio de questionário eletrônico.

Perfil do docente
O trabalho apresentou um perfil do professor gaúcho muito próximo doa dados identificados pelo MEC através do Censo 2006. A população é predominantemente feminina (69%), sendo que em Caxias, esta ultrapassa os 79% do total de respondentes. O maior dos docentes com idade superior aos 36 anos, com maior concentração na faixa dos 41 a 50 anos (34,64%).
Em termos de escolaridade, a maior parte indica uma formação mínima de Especialização e Mestrado, sendo poucos os que declararam ter ensino médio ou graduação. Destaca-se o caso de Ijuí, em que ninguém apresentou menos do que especialização, demonstrando forte preocupação e busca pela qualificação profissional.

Veja aqui a pesquisa.

Fonte: Sinpro/RS
Publicado em 16/06/2009



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