|
|
Sinpro Minas defende democratização da Fumec
No ato político realizado na manhã desta quinta (6/12), o presidente do Sinpro Minas, Gilson Reis, ressaltou que as recentes demissões estão criando um ambiente de perseguição e medo na Fumec. “Neste momento, é fundamental a unidade dos movimentos para tentar reverter a situação, afinal professores e alunos desejam a democratização da faculdade”, destacou.
“Ao invés de valorizar seus professores, a Fumec demite para esconder possíveis irregularidades”, destacou o deputado estadual Carlin Moura (PCdoB), ao participar do ato. Ele afirmou ainda que a Fundação Mineira de Educação e Cultura deve priorizar a educação de qualidade, e não os lucros.
Durante todo o dia, estudantes realizaram intervenções teatrais (foto) em frente à Reitoria, onde o Conselho de Curadores esteve reunido a portas fechadas. Representantes do Sinpro Minas, professores e estudantes não puderam participar da reunião, mas mantiveram as mobilizações ao longo da tarde. Utilizando diferentes slogans, como “estudante não é picolé”, “estudante não é laranja”, os alunos reafirmaram a campanha “Educação não é mercadoria”, promovida pela Contee, pela Fitee e pelo Sinpro Minas desde o início do ano.
“A resistência e a mobilização dos professores e estudantes já são vitórias, pois sacudiram as estruturas da Fumec”, afirmou o diretor do Sinpro Minas, José Carlos Padilha Arêas. Segundo ele, a discussão da democratização da faculdade e da composição do Conselho de Curadores é urgente.
A assessoria jurídica do Sinpro Minas informou que vai propor ação de substituição processual visando cancelar as dispensas. Nova audiência pública para discutir o assunto será convocada pela Assembléia Legislativa nos próximos dias.
Fonte: Sinpro/MG
Publicado em 07/12/2007 |
|
|
|